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Parlamentar anuncia perigo com a Leishmaniose e pede castração de cães

13/09/2017

Montes Claros tem uma grande população de cães que vivem soltos na cidade, e parte deles está doente e pode transmitir calazar e leishmaniose, que podem levar à morte. O vereador Soter Magno (PP) afirmou que hoje existem, na cidade, 16 pessoas doentes e, por isso, ele faz um apelo ao prefeito que determine a secretaria própria, para que faça um tralho de castração dos animais, a fim de diminuir os perigos que vêm aumentando a cada dia.

“É preciso que a secretaria de saúde leve mais a sério, pois um cão contaminado pode vir a ser picado por o mosquito palha e contaminar o ser humano e, por isso, não há tempo a perder. A Leishmaniose é uma das doenças que mais afeta os cães no Brasil. Transmitida pela picada de mosquitos, a enfermidade pode causar problemas dermatológicos (perda de pelos em focinho, orelhas e região dos olhos), crescimento anormal das unhas, emagrecimento progressivo, anorexia, e dependendo das complicações e da evolução do quadro, o animal pode morrer. Muitas vezes, o cão está doente e o proprietário não percebe. Já há tratamento, porém, a prevenção ainda é a melhor opção”.

Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo – segundo o Ministério da Saúde –, acometendo principalmente cães, gatos e humanos, a Leishmaniose é desconhecida por muitas pessoas. Os números da doença – segundo o Ministério da Saúde – revelam o impacto dela no Brasil: 90% dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no Brasil. Entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em humanos. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão aumentando a cada ano, assim como a taxa de mortalidade de cães e humanos.

A transmissão da Leishmaniose Visceral Canina ocorre pela picada das fêmeas infectadas do Lutzomyia longipalpis, conhecido como “mosquito-palha” ou “mosquito pólvora”. Primeiro o inseto infectado (vetor) pica o cão infectado (ou outros hospedeiros vertebrados, como gato, gambá, cavalo) e ingere a leishmania em sua forma amastigotas, que está presente no animal contaminado. Esta se transforma dentro do intestino do vetor em promastigota, que é a forma infectante. Essa nova forma, através da picada do vetor, irá infectar humanos e novos animais, destruindo seu sistema imunológico, concluiu dizendo que o prefeito veja gravidade do problema e faça a castração dois animais.

Fonte: Gazeta Norte Mineira



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