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Maioria dos cães pode preferir carinho a comida, diz estudo

13/08/2016

Cérebro dos animais apresenta mais ativação quando recebem afago

Geralmente apontados como gulosos, os cães na verdade podem preferir carinho a comida como prêmio. A conclusão é de estudo de pesquisadores da Universidade Emory, nos EUA, que analisou a atividade cerebral dos animais em resposta a diferentes tipos de recompensa. Segundo eles, dos 15 cachorros usados no experimento com exames de ressonância magnética funcional (fMRI, na sigla em inglês), nada menos que 13 apresentaram ativação maior ou igual da região dos seus cérebros associada à resposta positiva a um estímulo quando recebiam carinho do que quando era oferecido alimento.

Ainda de acordo com o estudo, aceito para avaliação pelo periódico científico “Social Cognitive and Affective Neuroscience”, mas já disponível no serviço de pré-publicação on-line BioRxiv, teste posterior em que foi dada aos cães a opção de num labirinto em forma de Y seguirem pelo caminho para um prato de comida ou seus donos reforçou o achado. Embora na maioria das vezes os animais tenham optado pela atenção do dono, os cachorros que apresentaram maior ativação na resposta ao alimento nos exames de fMRI também frequentemente tomaram o caminho do prato de comida.

Segundo os cientistas, a descoberta pode ajudar a melhorar os métodos de treinamento de cães de serviço, além de melhor decidir para que tipo de finalidade eles devem ser treinados.

“Um cachorro com alta preferência por recompensas sociais deve estar melhor equipado para certos trabalhos terapêuticos ou de assistência, enquanto cães com menor preferência neurológica às recompensas sociais podem melhor desempenhar tarefas que requerem uma maior independência dos humanos, como busca e resgate… Mais genericamente, nossos achados apoiam o uso da premiação social como uma recompensa no treinamento de cães. Para a maioria dos cachorros, o reforço social é ao menos tão eficiente quanto a comida, e provavelmente mais saudável também”, concluem os pesquisadores, liderados por Gregory Berns, professor do Departamento de Psicologia da Universidade Emory, no artigo.

Fonte: O Globo



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